31 :: PASSAR PELO MENOS UM DIA…

por 1000 coisas para fazer antes de morrer

…EM UM PARADOR ESPANHOL (PODE ATÉ SER EM RONDA)

Já escrevi sobre sonhar com uma hospedagem fora do orçamento – e se dar bem!
Mas hoje lembrei especialmente de como gostei dos momentos (alguns quaaaase mágicos) que me acompanharam na curta estadia em Ronda, um dos Pueblos Blancos no sul da Espanha.

Quebrados – e precisando de um carinho depois de alguns dias de Bed and Breaksfast (confortáveis mas ainda assim B&B…), de andar horas por dia e ainda tentar acompanhar a agitada vida pós pôr-do-sol dos catalães – aportamos na simpática cidade de Ronda e em nosso hotel com descontão.

Chegamos ao Parador de Ronda, nos apresentamos e levamos nossas malas pro quarto, sem ajuda. Achamos o corredor meio escuro e sério. Ficamos pensando, afinal, que quarto tínhamos conseguidos com nossos 70 euros contra os quase 200 habituais, fora da promoção. O cartão do quarto não funciona (aff), vieram trocar, abrimos a porta, arregalamos os olhos, despachamos o mensageiro rapidinho, fechamos a porta e uhuuuuúúúúú! Começamos a pular como crianças e nos jogamos na cama fofa, que só não era perfeita por ser duas camas de viúva, juntas.
Quarto bacana. Primeiro um corredor, com um banheiro a esquerda (enooooorme), todo de mármore, com uma banheira grande, cheia de mimos de boa qualidade. O quarto um tiquinho assim brega mas bonito, com poltronas, almofadas, mesinhas, aparadores, armários…um quarto bem equipado.


E a cereja do bolo: a varanda com vista para a piscina e em seguida para o grande precipício de Ronda.
Entre os avisos uma raridade: Wi-Fi (se diz “uifi” em espanhol) GRÁTIS e com ótima velocidade.

Voltinha na cidade. Um cachorro triste e muito doente (o único mal cuidado de toda a viagem) marcou este passeio com tempo nublado, cinza. A cidade? Nada tão demais, branquinha, linda, ajeitada e com um penhasco no centro de tudo – isso sim, muito interessante, uma bela ponte construída pelos mouros.

Mas, não sei por que, ficamos com aquela impressão fake de Campos do Jordão e voltamos rapidinho pro hotel.

Resolvemos curtir a vista da nossa varanda (um acerto) e jantar por lá mesmo (um erro).
Ainda ganhamos um pôr-do-sol surpreendente (se é que isso existe) que começamos a ver na nossa varanda e terminamos lá embaixo, na beira do abismo pra ver de outro ângulo.

Conclusão: embora seja estilo “hotelzão” (algo que não curtimos muito) foi bom ter este mimo e conforto no meio da viagem de vinte e tantos dias.

 

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