Posts tagged ‘pôr do sol’

13/11/2010

59 :: VER UM PÔR-DO-SOL NO FORTE…

por 1000 coisas para fazer antes de morrer

…DOS REMÉDIOS, EM FERNANDO DE NORONHA

Dizem que pôr-do-sol é tudo igual. Sei não…

Este é um singelo 180º de um pôr-do-sol digamos…histórico, visto do Forte de Nossa Senhora dos Remédios em Fernando de Noronha.
Este forte foi construído sobre as ruínas de fortificações holandesas (sim, eles foram o primeiros e fincar sua bandeirinha por lá) e serviu de presídio (comum e político, olha que coisa) até a década de 1940. Durante a 2ª guerra serviu de reduto de soldados americanos. Hoje tudo isso é história e outras histórias e políticas se formam por lá, lógico.

As ruínas são abertas à visitação e as vistas não são nada ruins: o mar de Noronha com seus barquinhos coloridos balançando com a marola e os morros do Pico e Dois irmãos (unipresentes) do outro. E você ainda pode ver coisas bizarras, como duas mabuias exibicionistas (uma praga que toma conta de toda a ilha) no seu momento love is in the air. Eu hem…

E aí? Pôr-do-sol é tudo igual mesmo?

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11/11/2010

58 :: VER UM PÔR-DO-SOL NO PORTO…

por 1000 coisas para fazer antes de morrer

…EM FERNANDO DE NORONHA

Dizem que pôr-do-sol é tudo igual. Concordo em partes.

Este foi romântico, a dois, em uma bela tarde de sol e calor em Fernando Noronha.
São vistas do mesmo pôr-do-sol de três pontos de vista diferentes, porém muito próximos: praia do Porto, de um boteco e do morrinho da igreja. Este boteco (que não me lembro do nome) dá vista para a linda Praia do Porto onde existe um naufrágio a poucos metros da praia e mesmo no rasinho não é nada difícil ver peixes coloridos e até arraias!

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09/06/2010

32 :: ASSISTIR UM PÔR-DO-SOL…

por 1000 coisas para fazer antes de morrer

…no romântico penhasco na cidade de Ronda

Ronda não me sai da cabeça! E nem gostei tanto, ou gostei?

Este pôr-do-sol lindão começou enquanto estávamos no nosso quarto, no Parador de Ronda, num nublado dia de outono, acessando a internet grátis e achando tudo isso mais que suficiente e bom.

Na calmaria da tarde o sol poente foi surgindo entre as nuvens baixas, as aves de diversos tipos começaram a cantar e mergulhar felizes nos arcos da ponte que ligam as duas partes do abismo.
Bateu aquele calorzinho com sol amarelo de final de tarde (aquele que esquenta os ossos) e, sem nenhuma palavra, saímos correndo pra ver quem chegava primeiro lá embaixo pra ver tudo aquilo mais de perto…

 

06/06/2010

31 :: PASSAR PELO MENOS UM DIA…

por 1000 coisas para fazer antes de morrer

…EM UM PARADOR ESPANHOL (PODE ATÉ SER EM RONDA)

Já escrevi sobre sonhar com uma hospedagem fora do orçamento – e se dar bem!
Mas hoje lembrei especialmente de como gostei dos momentos (alguns quaaaase mágicos) que me acompanharam na curta estadia em Ronda, um dos Pueblos Blancos no sul da Espanha.

Quebrados – e precisando de um carinho depois de alguns dias de Bed and Breaksfast (confortáveis mas ainda assim B&B…), de andar horas por dia e ainda tentar acompanhar a agitada vida pós pôr-do-sol dos catalães – aportamos na simpática cidade de Ronda e em nosso hotel com descontão.

Chegamos ao Parador de Ronda, nos apresentamos e levamos nossas malas pro quarto, sem ajuda. Achamos o corredor meio escuro e sério. Ficamos pensando, afinal, que quarto tínhamos conseguidos com nossos 70 euros contra os quase 200 habituais, fora da promoção. O cartão do quarto não funciona (aff), vieram trocar, abrimos a porta, arregalamos os olhos, despachamos o mensageiro rapidinho, fechamos a porta e uhuuuuúúúúú! Começamos a pular como crianças e nos jogamos na cama fofa, que só não era perfeita por ser duas camas de viúva, juntas.
Quarto bacana. Primeiro um corredor, com um banheiro a esquerda (enooooorme), todo de mármore, com uma banheira grande, cheia de mimos de boa qualidade. O quarto um tiquinho assim brega mas bonito, com poltronas, almofadas, mesinhas, aparadores, armários…um quarto bem equipado.


E a cereja do bolo: a varanda com vista para a piscina e em seguida para o grande precipício de Ronda.
Entre os avisos uma raridade: Wi-Fi (se diz “uifi” em espanhol) GRÁTIS e com ótima velocidade.

Voltinha na cidade. Um cachorro triste e muito doente (o único mal cuidado de toda a viagem) marcou este passeio com tempo nublado, cinza. A cidade? Nada tão demais, branquinha, linda, ajeitada e com um penhasco no centro de tudo – isso sim, muito interessante, uma bela ponte construída pelos mouros.

Mas, não sei por que, ficamos com aquela impressão fake de Campos do Jordão e voltamos rapidinho pro hotel.

Resolvemos curtir a vista da nossa varanda (um acerto) e jantar por lá mesmo (um erro).
Ainda ganhamos um pôr-do-sol surpreendente (se é que isso existe) que começamos a ver na nossa varanda e terminamos lá embaixo, na beira do abismo pra ver de outro ângulo.

Conclusão: embora seja estilo “hotelzão” (algo que não curtimos muito) foi bom ter este mimo e conforto no meio da viagem de vinte e tantos dias.